Os erros mais frequentes e como evitá-los
O primeiro erro é esperar. Muitos aquaponistas hesitam em agir aos primeiros sinais, esperando que o peixe recupere sozinho. Ora, quanto mais tardio for o diagnóstico, menos opções terapêuticas são numerosas e eficazes. Uma observação diária rigorosa, dois minutos por lago todas as manhãs, é o melhor investimento em saúde que pode fazer.
O segundo erro é tratar diretamente no circuito principal. Mesmo um banho de sal a baixa concentração pode provocar um stress osmótico nas raízes e desequilibrar a flora bacteriana. A regra número um, sem exceção: isolar antes de tratar.
O terceiro erro é negligenciar o diário de bordo. Ao reler as suas próprias notas de temperatura, pH e amoníaco ao longo de várias semanas, encontra-se frequentemente a causa de um problema que parecia incompreensível.
Uma folha de cálculo simples ou um caderno de papel são suficientes. Se a situação ultrapassar as suas competências, consulte um veterinário especializado em aquacultura. Num sistema aquapónico, a saúde dos peixes é a saúde de toda a sua produção.